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2.1. - Conflitos e equilíbrios num mundo bipolar

 

SUMÁRIOS

OBJECTIVOS

Apontamentos

 ( resumos )

Factores que conduziram a Europa (e o mundo) aos conflitos mundiais do início do século XX: a 1ª e a 2ª europeização do mundo.

Mencionar os principais factores que conduziram a Europa (e o mundo) aos conflitos mundiais da primeira metade do século XX.

Do séc. XVI ao séc. XIX, alguns países europeus reforçaram o seu papel de países dominadores (imperialistas), assumindo-se como principais potências nos domínios  industrial, económico, político e militar (Grã-Bretanha, França, Alemanha, ...).

Factores que conduziram a Europa (e o mundo) aos conflitos mundiais do início do século XX: acontecimentos marcantes que antecederam as guerras mundiais.

Justificar a passagem de um mundo unipolar, centrado na Europa, para um mundo bipolar, durante a primeira metade do século XX.

Os EUA, ao longo do séc. XIX, vai-se afirmando como uma  nova potência mundial, revelando uma indústria e uma economia em franca ascensão por consequência do melhor aproveitamento de condições e factores favoráveis, tais como: a vastidão e a riqueza do seu do território, um forte e dinâmico mercado interno, forte poder financeiro da indústria e uma constante inovação técnica e científica.

A partir da revolução bolchevista de 1917, o império russo converte-se num imenso Estado Socialista plurinacionalista - a URSS. Nos anos 30, já era a segunda potência industrial (a seguir aos EUA) e tendo como objectivo e ambição tornar-se a maior potência militar do mundo.

A divisão do mundo em dois blocos político-militares, como consequência da IIª Guerra Mundial.

Justificar a afirmação do poderio militar dos EUA e da URSS, após a 2ª Guerra Mundial.

Explicar a partilha geopolítica e estratégica do mundo em dois blocos antagónicos.

No fim da 2ª Guerra Mundial, e após várias conferências entre os "Aliados" (EUA, GB, e URSS), ressaltaram as pré-existentes divergências político-ideológicas e as intenções de domínio geoestratégico do mundo entre a URSS e os EUA.

Daqui resultou: uma Alemanha fragmentada em duas (RFA e RDA), a Europa dividida segundo uma «cortina de ferro» e o mundo efectivamente espartilhado em dois blocos antagónicos - o bloco ocidental, capitalista, liderado pelos EUA e o bloco de Leste, comunista, liderado pela URSS.

A radicalização ideológica do pós-guerra e a «guerra fria».

Da «guerra fria» à coexistência pacífica.

 

Relacionar a emergência do clima de «guerra fria» com a radicalização ideológica do pós-guerra.

Descrever o trajecto da corrida aos armamentos até à coexistência pacífica (anos 80).

O termo «guerra fria» foi criado para designar a tensão psicológica universal do Mundo, resultante do antagonismo político-ideológico e das hostilidades resultantes da corrida aos armamentos, constantes entre os dois blocos.

A origem deste clima hostil está relacionado, por um lado, pelo reconhecimento mútuo das grandes potências das áreas de influência definidas nas conferências de Ialta e Potsdam, por outro, motivado pela demonstração de força militar dos EUA acabando a guerra com a  bomba atómica, engenho conseguido de imediato (em 1949) pela URSS.

A «Crise de Berlim», o «Plano Marshall» e a Guerra da Coreia  acabaram por ser episódios que vieram a agravar e extremar as relações entre os dois lados.

O processo de constituição de organizações político-militares: a NATO e o Pacto de Varsóvia. Avaliar a importância da constituição de organizações político-militares para o agravamento da «guerra fria».

A necessidade de consolidação das áreas de influência pelas superpotências e a fragilidade e receio dos países menos potentes conduz à criação de tratados de aliança militar defensiva em cada um dos blocos - a NATO (no bloco Ocidental) e o Pacto de Varsóvia (no bloco de Leste).

Um equilíbrio geopolítico instável -a proliferação de conflitos.

Analisar as repercussões do clima de «guerra fria» à escala mundial.

Justificar a existência de equilíbrio precário face à proliferação de conflitos.

Apesar do equilíbrio entre as potências as ter desviado de um conflito directo, ocorreram a nível mundial frequentes conflitos que, embora delimitados regionalmente, não deixaram de ter vastas repercussões no agravamento do clima de tensão entre os dois blocos (exs: guerra do Vietname e do Cambodja, a guerra israelo-árabe, os conflitos nas colónias portuguesas, a guerra do Afeganistão,...).

O aparecimento da Organização das Nações Unidas.

Explicar a formação da ONU.

 

Dado o fracasso da Sociedade das Nações, os Aliados ainda durante a guerra concluíram da necessidade de se proceder à constituição de uma organização supranacional baseada no princípio de uma igual soberania de todos os Estados pacíficos, a fim de assegurar a manutenção da paz e a segurança internacionais.

Os objectivos da ONU basearam-se nos seguintes pontos:

- manter a paz e a segurança internacionais;

- desenvolver relações amigáveis entre as nações;

- cooperar na resolução de problemas internacionais e promover o respeito pelos direitos humanos.

TPC: Analisar a estrutura orgânica da ONU.

O papel da ONU e os seus objectivos - a subdivisão orgânica (alguns exemplos).

Descrever (e avaliar) o papel da ONU no desanuviamento e na consolidação dos frágeis equilíbrios emergentes do pós-guerra.

Pela forma como foi organizada, a ONU tornou-se um dos principais palcos da batalha das palavras entre as superpotências. O repetido recurso ao veto no Conselho de Segurança da Organização, especialmente por parte da URSS, excluiu efectivamente a intervenção da ONU na maior parte das crises da guerra fria.

O caso da descolonização da Indonésia (1950) foi o primeiro e um dos raros casos em que a ONU desempenhou um papel activo na aceleração do processo, durante a «guerra fria».

 

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ã J.P. Guardado (prof. da ES Dr. Bernardino Machado - Fig. da Foz), actualizado em: 11-10-2004