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2.2. - A reafirmação da Europa e a consolidação do Japão

 

SUMÁRIOS

OBJECTIVOS

Apontamentos

 ( resumos )

As condições que permitiram o ressurgimento do potencial económico da Europa.

Mencionar os principais factores que explicaram o ressurgimento do potencial económico da Europa.

Relacionar o processo de reabilitação e desenvolvimento da Europa com o papel desempenhado pela OECE/OCDE.

No final da IIª Guerra Mundial a Europa encontrava-se numa situação de catástrofe.
Os países europeus tornaram-se grandes devedores dos EUA;
Os EUA propõem então, em 1947, auxílio económico à Europa - O PLANO MARSHALL. E porquê?
Era fundamental para a «Europa» recuperar as suas economias;
Evitava a possibilidade do Socialismo avançar em alguns países (França, Itália);
Procurava-se aliciar os países do leste a aderir ao sistema liberal/capitalista;
Restitui o poder de compra à Europa, beneficiando a economia norte-americana.
Os países que aceitaram a ajuda dos EUA organizaram-se para administrar e coordenar a distribuição desse auxílio – nascia a O.E.C.E. – Organização Europeia de Cooperação Económica.

O contributo das organizações económicas para a reafirmação da Europa: a CEE, a EFTA e a COMECON.

Descrever, sucintamente, os processos de formação e evolução da CEE e da EFTA.

Justificar a importância da construção do espaço comunitário para a afirmação da Europa como centro de poder e de decisão na actualidade.

Estava aberto o caminho para as integrações europeias.
C.E.C.A (1951) – França, RFA, Itália e os três países do Benelux fundam, em Paris, a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço;
C.E.E. (1957) – os mesmos seis países assinam o Tratado de Roma que funda as Comunidades Europeias: CECA, CEE e EURATOM;
E.F.T.A. (1960) – na Convenção de Estocolmo, os países aderentes à zona de comércio livre fundam a European Free Trade Association.
Nem todos os países da OECE aderem à proposta de integração económica:
O Reino Unido preferia uma integração do tipo “zona de comércio livre”;
Portugal e a Espanha (p. ex:) não reuniam condições políticas (princípios de democracia e política ultramarina) que permitissem a sua integração;
liderados pelo Reino Unido, Portugal, Noruega, Suécia, Dinamarca, Áustria e Suiça defendem a criação de uma zona de comércio livre e fundam a EFTA.
As relações de ajuda e cooperação da CEE para com os países do Terceiro Mundo.

Avaliar a importância da cooperação da CEE com os países do Terceiro Mundo.

A criação da CEE ocorreu num período em que a Europa Ocidental começava novamente a recuperar economicamente. Durante os anos 50 quase todos os fundadores da CEE tinham já recuperado os seus níveis de produção e investimento, tinham aumentado as suas exportações, dentro da Europa ou em relação ao exterior. No entanto, a construção europeia veio dar resposta a duas questões:

- a necessidade de reconstrução política da Europa Ocidental, procurando o caminho para uma paz duradoura;

- a reorganização económica num novo quadro internacional.

Nos anos 60 já o crescimento da CEE era superior às outras nações desenvolvidas e daí para a frente a economia «europeia» não parou de crescer. Ainda na actualidade, a UE é o maior importador e exportador a nível mundial, sobrepondo-se aos EUA e ao Japão.

 

No plano das relações exteriores, desde o início da sua construção, a CEE tem praticado uma política de grande abertura face ao mercado externo, em especial com os países menos desenvolvidos formados a partir do processo de descolonização. Por isso, desde muito cedo, a CEE realizou acordos comerciais com a maioria das suas antigas colónias (dos países ACP). Esses acordos são conhecidos por Convenções de Lomé, e vêm-se desenvolvendo desde 1964, desencadeando diferentes processos de ajuda, cooperação e parceria económica.

A rápida modernização do Japão e a inovação tecnológica.

As soluções encontradas pelo Japão para superar os problemas do pós-guerra.

 

Mencionar as condições que permitiram a afirmação do Japão como grande potência económica.

Em Setembro de 1945, o Japão assina a sua capitulação na guerra, vencido, humilhado, na penúria e completamente arruinado.Em 1948 é iniciada a reconstrução do Japão, com a aplicação de um plano semelhante ao Plano Marshall – o Plano Dodge – através do qual os norte-americanos pretendiam:

- Prestar ajuda técnica, económica e financeira;

- Fornecer matérias-primas industriais, empréstimos e financiamentos diversos;

- Dotar o Japão de um regime democrático; (entre outros).

A rápida modernização do Japão e a inovação tecnológica - observação e análise de um documentário em vídeo. Explicar a rápida modernização industrial do Japão.

O triunfo comunista na China e a instalação do clima de «guerra fria» também no Oriente, justificou que os EUA procurassem assegurar no Japão um regime ocidental, que tornasse este país um aliado norte-americano.

A Guerra da Coreia (1950/53) dá o impulso à indústria japonesa e consolida a relação de aliança entre o Japão e os EUA, iniciando a expansão da economia do Japão. 

Até à década de 60, o Japão ascende ao lugar de 3ª potência económica, que ficou conhecido como o «milagre japonês».

As estratégias que permitiram o rápido desenvolvimento industrial, tecnológico e económico do Japão.

 

Justificar a afirmação do Japão como potência económica, financeira e comercial após a IIª Guerra Mundial.

O «milagre japonês» é explicado pelos seguintes factores:

- Mão-de-obra abundante, barata, não-reivindicativa, com alta capacidade para assimilar, com elevado espírito de sacrifício e amor à nação;

- Elevado sentido de organização, de dedicação ao trabalho e de união;

- Uma reconstrução industrial com base em novas indústrias com a mais recente inovação tecnológica;

- Altas taxas de investimento, possibilitadas pelos baixos salários;

- Eficiente organização comercial;

- Forte agressividade competitiva;

- Total imbricação Estado/indústria (paternalismo do Estado);

- Fortes restrições ao armamento e Forças Armadas.

Caracterização das potencialidades industriais e tecnológicas do Japão. O Japão de hoje e as perspectivas para o futuro.

 

Caracterizar o potencial industrial e tecnológico do Japão na actualidade.

Avaliar as consequências das estratégias de desenvolvimento seguidas pelo Japão face à recente «crise asiática» e às suas perspectivas para o futuro.

Imagem do «CBD» de Tóquio.

Síntese da unidade.

 

 

 

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ã J.P. Guardado (prof. da ES Dr. Bernardino Machado - Fig. da Foz), actualizado em: 11-10-2004